Censura nunca mais

Nobel de Literatura

ishiguro

Dilacerante inventário sobre a perda

Em Não me abandone jamais, Kazuo Ishiguro usa intimismo denso e atravessado por metáforas para esquadrinhar abismo da finitude No duplo papel de indivíduo e demiurgo, o homem parece cada vez próximo de assumir funções por ora circunscritas ao divino. Tal possibilidade, antes restrita às especulaçõe...

Caju indica

Livro Labirinto

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