A obra de Mauro Rasi no teatro é marcada por um início muito ligado à comédia rasgada, passa pelo besteirol e se desenvolve com um estilo único, que une humor, lirismo e relações familiares. Relembre as peças do autor, que permanecem raras nos palcos brasileiros desde sua morte, em 2003:

 

1962 – O duelo do caos morto

1965 – Depoimento

1966 – Razões para a liberdade

1971 – A massagem

1971 – El Cabaret

1971 – Os bastardos

1973 – Ladies na madrugada

1978 – As 1.001 encarnações de Pompeu Loredo

1978 – Se minha empregada falasse

1980 – A direita do presidente

1981 – A receita do sucesso

1982 – Doce deleite

1983 – A mente capta

1984 – A Família Titanic

1985 – Pedra, a tragédia

1985 – Tupã, a vingança

1985 – Batalha de arroz num ringue para dois

1987 – A cerimônia do adeus

1988 – A bofetada

1989 – A estrela do lar

1992 – Baile de máscaras*

1992 – Viagem a Forli

1994 – 5X comédia

1995 – Pérola

1996 – A dama do Cerrado

1996 – As Tias do Mauro Rasi

1999 – O crime do Dr. Alvarenga

2001 – Alta sociedade

2002 – Aqui se faz, aqui se paga

2003 – Ladies na madrugada (musical)

 

*A imagem no topo deste post é do elenco de O baile de máscaras. Na foto, da esquerda para a direita, Daniel Dantas, Cleyde Yáconis, Roberto Frota, Lilia Cabral, Thelma Reston, Sergio Viotti, Luiz Claudio, Reinaldo Gonzaga e Cláudio Mamberti. Foto de divulgação/ Site Sergio Britto